Pessoal,
Gostaria de dizer que os textos são escritos durante um período que divido com leituras e outros trabalhos, assim, não sendo possível a sua atualização diária.
Obrigado por seguirem e apreciarem os textos.
domingo, 31 de outubro de 2010
Continuação - Um conto inacabado
3. Amigos
Com certeza essa vai ser a parte mais longa.
O que todo mundo sabe é que amigos são raros, amigos de verdade, aqueles que estão dispostos a estender a mão, a chorar ao seu lado, a te incentivar, a rir, a brincar de rolar, a criticar e até fazer brincadeiras de mau gosto, mas você aceita porque sabe que faz parte de um momento de falta de criatividade.
No meu círculo de amigos gostamos de brincar com personagens de séries de TV e filmes, dentre aqueles que se assemelham com alguma característica física ou psicológica. Entre as meninas já buscamos inspirações em “As meninas super-poderosas” e até mesmo no seriado “Friends”. Entre os meninos tem-se duas opções: “Turma da mônica” e “O homem de ferro”.
Minhas amigas são Clarice e Raquel, iguais a todos os tipos de amigas que esperamos encontrar: legais, engraçadas, companheiras - não são muito inteligentes, mas para quem procura ajuda intelectual isso você pode encontrar nos livros.
Os homens são Marcos e Janete... opa! Eu sei, eu sei, Janete é mulher, quer dizer, ela tenta. Ah! A Janete é a Mônica, da “Turma da Mônica”, que bate em meninos. Marcos é super inteligente e rico, é o tipo que você começa como amiga, mas depois já está pelos cantos suspirando, e ele não é o tipo que pertence somente a um grupo de amigos não - ele divide o seu tempo entre outros sete grupos, mais ou menos. Nós o consideramos porque trata-se de uma pessoa influente e todo grupo de amigos precisa de uma pessoa assim, e, dentre os personagens ele pode ser o Tony Stark, de “O homem de ferro”.
Continua...
Com certeza essa vai ser a parte mais longa.
O que todo mundo sabe é que amigos são raros, amigos de verdade, aqueles que estão dispostos a estender a mão, a chorar ao seu lado, a te incentivar, a rir, a brincar de rolar, a criticar e até fazer brincadeiras de mau gosto, mas você aceita porque sabe que faz parte de um momento de falta de criatividade.
No meu círculo de amigos gostamos de brincar com personagens de séries de TV e filmes, dentre aqueles que se assemelham com alguma característica física ou psicológica. Entre as meninas já buscamos inspirações em “As meninas super-poderosas” e até mesmo no seriado “Friends”. Entre os meninos tem-se duas opções: “Turma da mônica” e “O homem de ferro”.
Minhas amigas são Clarice e Raquel, iguais a todos os tipos de amigas que esperamos encontrar: legais, engraçadas, companheiras - não são muito inteligentes, mas para quem procura ajuda intelectual isso você pode encontrar nos livros.
Os homens são Marcos e Janete... opa! Eu sei, eu sei, Janete é mulher, quer dizer, ela tenta. Ah! A Janete é a Mônica, da “Turma da Mônica”, que bate em meninos. Marcos é super inteligente e rico, é o tipo que você começa como amiga, mas depois já está pelos cantos suspirando, e ele não é o tipo que pertence somente a um grupo de amigos não - ele divide o seu tempo entre outros sete grupos, mais ou menos. Nós o consideramos porque trata-se de uma pessoa influente e todo grupo de amigos precisa de uma pessoa assim, e, dentre os personagens ele pode ser o Tony Stark, de “O homem de ferro”.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
2. Familiares
Minha família é incrível, uma mãe que cozinha muito bem, um pai que trabalha dobrado para sustentar a casa, um irmão que não quer saber de nada, e uma irmã que é muito nova pra saber o que quer da vida. Mamãe se chama Bernadete, papai é Juscelino, o maninho é Fred - para os íntimos - mas seu registro é Frederico, e a irmãzinha é Alice, a única com um nome normal.
A convivência na minha casa é tranquila, todos, exceto meu irmão acordam cedo. Gostamos de fazer a primeira refeição do dia juntos, em seguida cada um vai realizar as atividades que melhor lhe servir, ou serviços rotineiros. Nossa casa não é grande, mas mantém minha mãe ocupada o dia todo. Ela é composta por cozinha, sala de visitas, dois banheiros, sala de televisão, três quartos, varanda e garagem - este último pode ser chamado também de Zona, lugar onde meu irmão dorme; ele se mudou para lá quando minha irmã nasceu, mas não porque foi obrigado, mas para ter privacidade em suas visitas, e como não temos carro ele vai aproveitando.
Não sei se já comentei, acho que não - devo ter pensado alto, mas o chefe da família não é meu pai, é minha mãe; ela que organiza tudo, e até distribui alguns beliscões de vez em quando. Ela elaborou a algum tempo uma programação para todos. Uma vez por mês nos reunimos para uma espécie de confraternização, e durante toda a noite conversamos sobre nossos interesses e idéias para o futuro. Minha mãe acha importante, pois é um meio de todos estarem por dentro sobre o que cada um pensa, está sentindo ou precisa.
Tudo parece perfeito, não é mesmo? Mas não é bem assim, como eu já disse, a convivência é difícil, mas devemos suportá-la. E é suportando tantos relacionamentos que podemos desfrutar de momentos maravilhosos. Em casa, pode parecer chato, mas tudo que os pais querem é um pouco de atenção, coisa que buscamos incansavelmente todos os dias. Atenção do namorado, atenção no trabalho, atenção para a roupa nova ou para o penteado moderno, então, não custa nada dar um pouco dessa atenção para eles. Acho que venho falando demais em atenção, mas no final tudo se explica.
Continua...
Minha família é incrível, uma mãe que cozinha muito bem, um pai que trabalha dobrado para sustentar a casa, um irmão que não quer saber de nada, e uma irmã que é muito nova pra saber o que quer da vida. Mamãe se chama Bernadete, papai é Juscelino, o maninho é Fred - para os íntimos - mas seu registro é Frederico, e a irmãzinha é Alice, a única com um nome normal.
A convivência na minha casa é tranquila, todos, exceto meu irmão acordam cedo. Gostamos de fazer a primeira refeição do dia juntos, em seguida cada um vai realizar as atividades que melhor lhe servir, ou serviços rotineiros. Nossa casa não é grande, mas mantém minha mãe ocupada o dia todo. Ela é composta por cozinha, sala de visitas, dois banheiros, sala de televisão, três quartos, varanda e garagem - este último pode ser chamado também de Zona, lugar onde meu irmão dorme; ele se mudou para lá quando minha irmã nasceu, mas não porque foi obrigado, mas para ter privacidade em suas visitas, e como não temos carro ele vai aproveitando.
Não sei se já comentei, acho que não - devo ter pensado alto, mas o chefe da família não é meu pai, é minha mãe; ela que organiza tudo, e até distribui alguns beliscões de vez em quando. Ela elaborou a algum tempo uma programação para todos. Uma vez por mês nos reunimos para uma espécie de confraternização, e durante toda a noite conversamos sobre nossos interesses e idéias para o futuro. Minha mãe acha importante, pois é um meio de todos estarem por dentro sobre o que cada um pensa, está sentindo ou precisa.
Tudo parece perfeito, não é mesmo? Mas não é bem assim, como eu já disse, a convivência é difícil, mas devemos suportá-la. E é suportando tantos relacionamentos que podemos desfrutar de momentos maravilhosos. Em casa, pode parecer chato, mas tudo que os pais querem é um pouco de atenção, coisa que buscamos incansavelmente todos os dias. Atenção do namorado, atenção no trabalho, atenção para a roupa nova ou para o penteado moderno, então, não custa nada dar um pouco dessa atenção para eles. Acho que venho falando demais em atenção, mas no final tudo se explica.
Continua...
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Continuação - Um conto inacabado
Depois do episódio namoro tive mais algumas experiências, mas não era muito boa nisso, quer dizer, não me esforçava muito para ser boa.
Entrei para a faculdade com dezessete anos e essa fase foi muito engraçada. Eu era boa em praticamente todas as áreas - humanas, exatas e biológicas e foi um custo decidir que curso fazer, até que optei por letras, pois sempre gostei de ler e escrever, e no que dependesse disso eu já estava aprovada. Durante o período universitário conheci muitas pessoas, fui a muitas festas, tive meu primeiro “porre”, briguei com alguns professores, enfim, a bagagem de experiências veio completa. Além desses momentos, esse período me mostrou a filosofia mais avançada, as culturas aprofundadas, as mutações da língua e a inquietude do ser humano. Aprendi que a convivência é difícil, mas devemos suportá-la.
Quatro anos depois, bacharel em letras, eu estava em casa, num período de férias; estava incomodada por não fazer nada e resolvi dar uma volta pela cidade. Era noite e fazia um pouco de frio - resultado da estação, estamos em julho e no Brasil é inverno - as pessoas estavam na rua, a procura de café quente e quando num vulto de pensamentos eu acordei, mas era dia, as pessoas tomavam sorvete e não café quente, e eu não sabia mais o que estava acontecendo.
Continua...
Entrei para a faculdade com dezessete anos e essa fase foi muito engraçada. Eu era boa em praticamente todas as áreas - humanas, exatas e biológicas e foi um custo decidir que curso fazer, até que optei por letras, pois sempre gostei de ler e escrever, e no que dependesse disso eu já estava aprovada. Durante o período universitário conheci muitas pessoas, fui a muitas festas, tive meu primeiro “porre”, briguei com alguns professores, enfim, a bagagem de experiências veio completa. Além desses momentos, esse período me mostrou a filosofia mais avançada, as culturas aprofundadas, as mutações da língua e a inquietude do ser humano. Aprendi que a convivência é difícil, mas devemos suportá-la.
Quatro anos depois, bacharel em letras, eu estava em casa, num período de férias; estava incomodada por não fazer nada e resolvi dar uma volta pela cidade. Era noite e fazia um pouco de frio - resultado da estação, estamos em julho e no Brasil é inverno - as pessoas estavam na rua, a procura de café quente e quando num vulto de pensamentos eu acordei, mas era dia, as pessoas tomavam sorvete e não café quente, e eu não sabia mais o que estava acontecendo.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
DESEJOS EM DEVANEIO
O sentimento mais cobiçado é também o que expressa mais dificuldade. Como poderia o ser humano desejar tantas coisas, sendo que julga atingir apenas UMA: a liberdade.
A liberdade é o desejo que está sob todos os outros. Os tantos outros que buscamos alcançar, como o amor, a felicidade, o reconhecimento, a esperança, enfim, são incontáveis as nossas buscas. A liberdade, no entanto, para se tê-la é necessário se desprender de todos os outros. Quem procura liberdade não deve carregar o fardo ou a cobiça por tantos outros sentimentos, mas livrar-se de todos os pensamentos que impedem.
Olhe para o céu, veja como as nuvens são leves; se for noite, veja como a mais pequena estrela expõe o seu brilho. Estão tão distantes de nossas mãos e livres, pairam sobre nós e mal percebemos a sua existência. Isso é liberdade, é poder vagar pelo próprio espaço simplesmente por prazer e natureza, longe de interferências.
Ora, isso é impossível quando se está amando, quando se está feliz, ou com o mais remoto sentimento de esperança; a mente fica impossibilitada por nós de se esvazar e logo se pensa: Para quê a liberdade quando estamos bem com nós mesmos? Eu preciso, pois longe dos bons sentimentos, quando estás perdido procura-se apenas a luz - a liberdade da mente para poder voltar a desejar.
A liberdade é o desejo que está sob todos os outros. Os tantos outros que buscamos alcançar, como o amor, a felicidade, o reconhecimento, a esperança, enfim, são incontáveis as nossas buscas. A liberdade, no entanto, para se tê-la é necessário se desprender de todos os outros. Quem procura liberdade não deve carregar o fardo ou a cobiça por tantos outros sentimentos, mas livrar-se de todos os pensamentos que impedem.
Olhe para o céu, veja como as nuvens são leves; se for noite, veja como a mais pequena estrela expõe o seu brilho. Estão tão distantes de nossas mãos e livres, pairam sobre nós e mal percebemos a sua existência. Isso é liberdade, é poder vagar pelo próprio espaço simplesmente por prazer e natureza, longe de interferências.
Ora, isso é impossível quando se está amando, quando se está feliz, ou com o mais remoto sentimento de esperança; a mente fica impossibilitada por nós de se esvazar e logo se pensa: Para quê a liberdade quando estamos bem com nós mesmos? Eu preciso, pois longe dos bons sentimentos, quando estás perdido procura-se apenas a luz - a liberdade da mente para poder voltar a desejar.
Continuação - Um conto inacabado
1. Resumo de vinte e três anos de idade
O dia do meu nascimento foi comemorado com uma grande festa, parentes e amigos foram visitar minha mãe e a mim, e sempre recebia muitos presentinhos. Eu era gordinha, bochechas rosadas, muitos cabelos e quase não abria os olhos - fato que ocorreu até os meus dois meses de nascimento - minha mãe já apresentava sintomas de desespero quando finalmente resolvi conhecer o mundo. Com três anos de idade, as crianças normais querem brincar de boneca, escovar o cabelo da mãe, ou infernizar a vida do vovô e da vovó pedindo “pratinha” para comprar doces e balas, mas eu não. Ficava em casa o dia todo, de frente para a televisão assistindo filmes de princesas, animais falantes e canais educativos. Não vejo isso como um mau comportamento, eu apenas me desenvolvi intelectualmente mais que outras crianças. Quando entrei para a escola já sabia as letras do alfabeto, escrever o meu nome, contar até cinquenta, dentre outras façanhas.
Bem, criança quando se interessa por alguma coisa dificilmente se consegue convencê-la do contrário; sendo assim, até a minha formação básica de ensino me dediquei bastante aos estudos. Sempre era destaque nas atividades estudantis, exceto naquelas que exigiam muito esforço físico, e eu nem era muito reconhecida assim, como em toda escola, a atenção era voltada para os atletas e jovens voluptuosas que apreciavam o sabor da popularidade.
Na adolescência perdi muito tempo com vídeo games, uma fase em que eu queria ficar 24 horas elaborando estratégias para eliminar o inimigo virtual. Eh...nessa época já existia jogos eletrônicos - só para não restar dúvidas, eu tenho apenas vinte e três anos, o que me faz estar em plena juventude ainda.
A fase do vídeo game durou aproximadamente um ano, e depois disso eu me despertei para as maquiagens, roupas curtas, sapatos e bolsas. Meu primeiro namorado - se é que se pode chamar de namorado comparado ao que é hoje - foi com catorze anos. Ele se chamava Bernardo, líder do grupo de ciências - o sonho dele era salvar as baleias. Mas logo as nossas semelhanças começaram a ser um problema, ele achava que tínhamos que procurar pessoas que nos completassem e não que competissem umas com as outras, mas, o que ele entendia do assunto, pelo amor de Deus!... éramos adolescentes. Mas assim foi - ele me trocou por uma menina dois anos mais velha e jogadora de vôlei. O que ele não sabia é que ela estava com ele por interesse, pois ela era terrível em biologia.
Continua...
O dia do meu nascimento foi comemorado com uma grande festa, parentes e amigos foram visitar minha mãe e a mim, e sempre recebia muitos presentinhos. Eu era gordinha, bochechas rosadas, muitos cabelos e quase não abria os olhos - fato que ocorreu até os meus dois meses de nascimento - minha mãe já apresentava sintomas de desespero quando finalmente resolvi conhecer o mundo. Com três anos de idade, as crianças normais querem brincar de boneca, escovar o cabelo da mãe, ou infernizar a vida do vovô e da vovó pedindo “pratinha” para comprar doces e balas, mas eu não. Ficava em casa o dia todo, de frente para a televisão assistindo filmes de princesas, animais falantes e canais educativos. Não vejo isso como um mau comportamento, eu apenas me desenvolvi intelectualmente mais que outras crianças. Quando entrei para a escola já sabia as letras do alfabeto, escrever o meu nome, contar até cinquenta, dentre outras façanhas.
Bem, criança quando se interessa por alguma coisa dificilmente se consegue convencê-la do contrário; sendo assim, até a minha formação básica de ensino me dediquei bastante aos estudos. Sempre era destaque nas atividades estudantis, exceto naquelas que exigiam muito esforço físico, e eu nem era muito reconhecida assim, como em toda escola, a atenção era voltada para os atletas e jovens voluptuosas que apreciavam o sabor da popularidade.
Na adolescência perdi muito tempo com vídeo games, uma fase em que eu queria ficar 24 horas elaborando estratégias para eliminar o inimigo virtual. Eh...nessa época já existia jogos eletrônicos - só para não restar dúvidas, eu tenho apenas vinte e três anos, o que me faz estar em plena juventude ainda.
A fase do vídeo game durou aproximadamente um ano, e depois disso eu me despertei para as maquiagens, roupas curtas, sapatos e bolsas. Meu primeiro namorado - se é que se pode chamar de namorado comparado ao que é hoje - foi com catorze anos. Ele se chamava Bernardo, líder do grupo de ciências - o sonho dele era salvar as baleias. Mas logo as nossas semelhanças começaram a ser um problema, ele achava que tínhamos que procurar pessoas que nos completassem e não que competissem umas com as outras, mas, o que ele entendia do assunto, pelo amor de Deus!... éramos adolescentes. Mas assim foi - ele me trocou por uma menina dois anos mais velha e jogadora de vôlei. O que ele não sabia é que ela estava com ele por interesse, pois ela era terrível em biologia.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Texto inacabado
Que confusão, o ambiente parece estar todo de cabeça para baixo. Há um minuto estava escuro, agora está claro como o ápice do amanhecer. Há um minuto estava cheio de pessoas, desesperadas para comprar um café quente, agora estão comprando sorvete. Realmente eu não entendo, devo ter desmaiado, tive um colapso nervoso e as coisas na verdade não são o que pareciam ser.
Coisas boas nunca acontecem para uma pessoa quando ela precisa, acho que faz parte de um teste, para você se provar diante das difíceis decisões. Não sei onde ando com a Cabeça ultimamente, esqueci de me apresentar. Meu nome é Felícia Campos, outra contradição, além das que tem acontecido frequentemente. Felícia me lembra felicidade, mas eu preferiria me chamar “Destaque” se isso fosse resultar em receber mais atenção. Devem estar se perguntando o porquê de tanto desagrado, mas motivos eu tenho, só espero que minha vida inteira não tenha sido um sonho. Aqui vai o relato.
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Coisas boas nunca acontecem para uma pessoa quando ela precisa, acho que faz parte de um teste, para você se provar diante das difíceis decisões. Não sei onde ando com a Cabeça ultimamente, esqueci de me apresentar. Meu nome é Felícia Campos, outra contradição, além das que tem acontecido frequentemente. Felícia me lembra felicidade, mas eu preferiria me chamar “Destaque” se isso fosse resultar em receber mais atenção. Devem estar se perguntando o porquê de tanto desagrado, mas motivos eu tenho, só espero que minha vida inteira não tenha sido um sonho. Aqui vai o relato.
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domingo, 3 de outubro de 2010
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